Intraempreendedorismo na Biblioteconomia stock-photo-2289728-library-building

Published on outubro 4th, 2014 | by Empreende Biblio

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Intraempreendedorismo


By Priscila Rufino Fevrier

Set/2014

Com as mudanças tecnológicas no final do século XX, houve uma grande expansão no campo do empreendedorismo forçando as corporações, organizações e instituições a buscarem recursos para se adaptarem a essas modificações, principalmente as pessoas envolvidas nesses processos. Fillon (1999, p. 20) afirma que “O maior bem de uma sociedade são os seus recursos humanos, os quais devem ser mobilizados em direção a projetos de caráter empreendedor”.
No mesmo contexto, Dornelas (2001) relaciona o empreendedorismo ao comprometimento entre indivíduos e processos, que associados, conduzem criação de ideias em grandes oportunidades e a execução destas oportunidades de forma comprometida e bem-feita leva a criação de negócios de sucessos.
Alves (2009) corrobora que empreender não é uma atividade restrita a criação de novas empresas, mas compreende também a capacidade dos indivíduos inovarem continuamente no uso de suas competências e habilidades dentro da organização em que se trabalha, sendo um empreendedor interno.
Para essa prática Dornelas (2001) e outros autores da área utilizam outros termos para denominar o intraempreendedorismo, são eles empreendedorismo coorporativo, empreendedorismo interno.
A relação entre empreendedorismo e intraempreendedorismo é praticamente interdependente, se relacionam.
Pode ser dito que a compreensão de uma prática está relacionada a outra e a única diferença entre as práticas é que o intraempreendedorismo é a tomada de atribuição de uma inovação por um empregado ou outro indivíduo trabalhando sob o controle da organização, enquanto o empreendedorismo é a inovação feita por um indivíduo, que é dono de seu próprio negócio conforme explica Pinchot III (1989). Em outras palavras, o intraempreendedor é o empreendedor que trabalha para alguém.
As noções de intraempreendedor e intrapreneurship remontam aos anos 1960, “mas a verdadeira emergência do conceito integrado intrapreneurship ocorreu em 1985, com a publicação das obras pioneiras de Pinchot III” falando sobre o empreendedorismo interno nas corporações (ARAÚJO 1988, p. 70).
Cottam (1989) afirma que o termo foi cunhado por Pinchot III que
estudou a inovação dentro das organizações e deparou-se com indivíduos com comportamentos empreendedores que atuavam como verdadeiros agentes de mudanças, no sentido de introduzir permanentemente melhorias no curso de trabalho.
Eles receberem o nome de empreendedores intracorporativos, foram definidos da seguinte forma: “sonhadores que realizam, que assumem a responsabilidade pela criação de inovações de qualquer espécie dentro de uma organização” de acordo com Pinchot (1989, p.9).
Cottam (1989) destaca que, os intraempreendedores devem ser “habilitados” para agir em problemas e implementar ideias com apoio organizacional e financeiro. E sem financiamento, empreendimentos intraempreendedores são quase impossíveis.
Alves (2009) afirma que o intraempreendedor tem toda liberdade para inovar, criar novos produtos e serviços, recebe incentivo e oportunidades. Pinchot III (1989) ressalta que o empreendedor interno além dos incentivos e oportunidades tem que encontrar o apoio de alguém dentro da empresa, para que possa se sentir mais seguro. Os patrocinadores são pessoas apoiam e fazem de tudo para ajudar a remover as barreiras organizacionais. Ele está sempre preocupado com problemas que aparecem nas organizações, que podem dificultar o trabalho do intraempreendedor, tratando logo de removê-las.
Cottam (1989) corrobora que é importante a cultura do intraempreendedorismo fazer parte da organização em todos os processos e não somente em algumas partes, e deve ser incentivada em todos os funcionários, sendo um intraempreendedor real ou potencial. É importante que a ideia venha dos gestores também e não só os funcionários, quando os eles ficam sabendo que os gestores também se preocuparam em colocar suas ideias em uso mesmo sabendo todos riscos , de dar certo ou não, os funcionários ficam mais seguros para inovar e criar.
Complementando os autores acima, muitas vezes em ambientes organizacionais os conceitos de intraempreendedorismo são difíceis de aplicar. Mesmo tendo as pessoas o desejo de olhar para novas formas e recursos para trabalhar de forma mais produtiva, muitas vezes são frustrados por restrições situacionais, por obstáculos inerentes a um candidato a personalidade de inovador (COTTAM, 1989).
Assim como o empreendedor que visa ter recompensas com a abertura de seu negócio, o intraempreendedor também vislumbra essas recompensas, podendo ser realização pessoal ou financeira. Pinchot III (1989) afirma que existem outros sistemas de recompensa que podem ser acrescidas ao benefício financeiro. Embora o poder do reconhecimento como recompensa possa parecer inicialmente estranho, no entanto, ele faz sentido quando usado como forma de delegação de poder e não somente como um gesto para fazer o intrapreneur se sentir bem.
A promoção também pode ser uma forma de incentivo, ela pode impor certa dificuldade ao intraempreendedor porque este precisa de liberdade para criar novos serviços ou/e produtos, não de responsabilidades maiores para gerenciar antigas ideias. Tempo exploratório como prêmio, implica em dar tempo livre aos inovadores para explorar novas idéias de sua própria escolha.
O intraempreendedorismo é uma prática revolucionária, promove inovações dentro das corporações, motivando os intraempreendedores a satisfazer um desejo pessoal, esses desejos sãos satisfeitos normalmente através da criação de novos produtos e serviços que tenham importância tanto para ele como para a sociedade (PINCHOT, 1989).
Honesko (2001) ressalta que, os intraempreendedores são de grande importância e farão toda a diferença nos resultados da organização, entre o fracasso e o sucesso.
Pode ser visto que na literatura da área é revelada uma grande preocupação quanto as características do perfil do empreendedor e do intraempreendedor, ambos detêm características semelhantes importantes e que serão destacadas no próximo tópico, comparando as diferenças e semelhanças dos perfis das duas práticas.

stock-photo-2289728-library-buildingCARACTERÍSTICAS DO PERFIL INTRAEMPREENDEDOR

Ainda não foi estabelecido um perfil que identifica realmente os empreendedores em potencial, mas o que se percebe são características comuns que os fazem ser diferentes, ser bem-sucedidos e sobressair no mercado. Destaca-se que o empreendedorismo pode ser ensinado (FILION, 1989).
Silva (1996 apud HONESKO, p. 9) observa que “a configuração do perfil do empreendedor não se restringe às habilidades e competências técnicas gerenciais típicas de uma organização, mas há de estar também em consonância com a capacidade de uma adaptação pró-ativa às ambiências que lhe são relevantes, requerendo o desenvolvimento de habilidades específicas”.
O espírito empreendedor é uma característica distinta, pode ser de um indivíduo ou de uma organização e não um traço de personalidade.
Qualquer pessoa que tenha em vista uma decisão a ser tomada pode aprender a empreender. Existem muitas semelhanças nos perfis das duas práticas, empreendedorismo e intraempreendedorismo, mas na literatura percebem-se diferenças. Honesko (2001) aponta que as diferenças estão relacionadas principalmente com a estrutura, o ambiente, tipos de riscos e recompensas conforme apresentado a seguir por Pinchot III (1989).
Em relação aos motivos principais que levam uma pessoa a empreender, no caso de empreendedores eles buscam liberdade e são orientados por metas pessoais, no caso de intraempreendedores também querem a liberdade mas tem acesso aos recursos da corporação e são orientados por metas organizacionais.
No que tange às habilidades, os empreendedores botam a mão na massa e conhecem muito bem seu negócio pois tem formação técnica na área do negócio. Os intraempreendedores necessitam de maior apoio da organização nesse sentido pois a situação exige maior capacidade para prosperar dentro da empresa.
Uma das grandes diferenças em relação ao empreendedor e intraempreendedor diz respeito aos riscos envolvidos. No caso de empreendedores eles gostam de riscos moderados e investem pesado pois espera obter sucesso. Os intraempreendedores gostam de riscos moderados mas em geral temem a demissão e por isso vêem pouco risco pessoal.
No que tange aos erros, os empreendedores tratam os fracassos como experiências e aprendizados e os intraempreendedores são sensíveis à necessidade de parecer disciplinado na corporação e tentam ocultar projetos arriscados para não transparecer ao público os erros cometidos.
A tomada de decisão também se diferem os empreendedores e intraempreendedores. Os empreendedores seguem sua visão e foco. Os intraempreendedores preferem fazer com que os outros da organização concordem com sua visão para depois colocar suas ideias em prática.
Tanto as empresas, quanto os profissionais de áreas diversas precisam estar atentos quanto as constantes mudanças de seu setor para que possa se manter capacitado, desenvolvendo características e habilidades demandadas pela a sociedade que vive em constante mudança.

INTRAEMPREENDEDORSIMO NA BIBLIOTECONOMIA

Foi ressaltado acima que esta prática significa empreender dentro de uma organização, ou seja, os profissionais criam e inovam continuamente usando suas competências e habilidades dentro da organização em que trabalham (ALVES, 2009).
Dolabela (2008) e outros autores destacam que políticos, pesquisadores, servidores públicos ou funcionários de instituições privadas podem e devem ser intraempreendedores. Esses profissionais podem atuar nas mais diversas áreas e organizações sendo elas privadas ou públicas, podendo ser no gerenciamento de pessoas, na criação de produtos e serviços bem como na Biblioteconomia.
Os bibliotecários precisam acompanhar as demandas sociais e se manter competitivos no mercado de trabalho que exige constantes inovações, para saber atuar nas áreas emergentes, onde o empreendedorismo se encontra, gerando novas oportunidades. Mas para isso, é preciso que esse profissional, geralmente visto desenvolvendo atividades técnicas tradicionais da área de Biblioteconomia, perceba as mudanças que esse mercado vem exigindo na sua atuação e assuma uma postura adequada às demandas. Isto é, atuar de forma empreendedora, sendo pró-ativo, inovador, assumindo riscos de suas ideias em diferentes ambientes e unidades de informação. Essa prática deveria ser pertinente ao papel do bibliotecário, com objetivo de inovar e criar serviços diferenciados para seus usuários.
Segundo Honesko (2002), se a unidade de informação adotar uma gestão intraempreendedora com ênfase na inovação e criatividade, ela poderá proporcionar a possibilidade de criação de um nicho de novos caminhos e oportunidades para que os gestores tenham uma ampla visão dos objetivos da organização e consciência do objetivo das atividades e dos serviços que a biblioteca oferece, tornando-os inovadores, diferenciados e relevantes. O mesmo autor enumera dez características empreendedoras dos profissionais da informação:
a) busca de oportunidade e iniciativa;
b) persistência;
c) riscos calculados;
d) exigência de qualidade e eficiência;
e) comprometimento;
f) busca de informações;
g) estabelecimento de metas;
h) planejamento e monitoramento sistemáticos;
i) persuasão e rede de contatos;
j) independência e autoconfiança.

Diante disso a formação desses novos profissionais deve estar direcionada para aquisição de novas características. As competências pessoais, representadas por um conjunto de habilidades, atitudes e valores, que permitam aos bibliotecários trabalharem eficazmente e sobreviverem no novo mundo de trabalho incluem o uso do espírito empreendedor no ambiente organizacional para revitalizar ou desenvolverem produtos e serviços, para evitar o risco na inercia da gestão da biblioteca.
A gestão de uma unidade de informação precisa ser criativa, estratégica e inovadora. Bibliotecários intraempreendedores têm características diferentes de outros profissionais da informação, direcionam sua visão em como conseguir novos produtos ou serviços, muitas vezes não seguindo ou apoiando as políticas e missão da instituição, quando essas não estão voltadas para a inovação (HONESKO, 2001).
Observou-se que o intraempreendedorismo tem lugar na Biblioteconomia e é uma grande oportunidade para os bibliotecários inovarem em unidades de informação, porém, depende do comportamento e perfil profissional de cada bibliotecário.

CASOS DE INTRAEMPREENDEDORISMO NA BIBLIOTECONOMIA

Os profissionais da informação providos das habilidades citadas anteriormente podem fazer com que as unidades de informação se tornem uma parte importante dentro da organização, quebrando o estereótipo em que a bibliotecas são apenas depósitos de livros. Pelo contrário, bibliotecários intraempreendedores podem transformar as bibliotecas em um ambiente de interação e disseminação de conhecimento.
Figueiredo (1989, p.93) completa dizendo que “ não havendo inovação, os bibliotecários poderão tornar-se apenas guardiões do tesouro que pode se tornar obsoleto pelos serviços alternativos já existentes.” Diversos profissionais da informação já estão atentos e já começaram a sair da inercia e desenvolver novos papeis e responsabilidades em unidades que trabalham.

Pode ser visto a seguir alguns exemplos dessa prática:
•Biblioteca da Faculdade do SENAC de Florianópolis (SC): Os profissionais identificaram que muitos usuários (grande parte adultos que fazem cursos de graduação e/ou pós-graduação na instituição) por terem filhos deixavam de utilizar o ambiente da Biblioteca porque não tinham onde deixar os filhos quando tinham que fazer pesquisas na biblioteca. Percebendo essa necessidade, a equipe da biblioteca desenvolveu um acervo de literatura infanto-juvenil e um espaço com puffs para leitura. Com essa prática os usuários passaram a frequentar e utilizar mais os produtos e outros serviços da biblioteca.
•Biblioteca do Centro de Educação Básica (BA) : Foi criado o “Projeto Passaporte Biblioteca, que tem por objetivo incentivar os usuários da Biblioteca a adquirirem o hábito de ler, utilizando como metodologia o controle da leitura de livros através do registro no Passaporte Biblioteca, pois, a cada material retirado por empréstimo domiciliar, o passaporte do usuário recebe um carimbo com um visto do funcionário da biblioteca. Quando o passaporte fica completo o usuário ganha um pequeno brinde, geralmente voltado para a leitura ou a escrita”. •Biblioteca Colégio São Francisco Xavier: A 1ª feira do Livro do CSFX aconteceu nos dias 31 de maio e 1 de junho de 2012, nos turnos matutino e vespertino. A ideia era a de que os leitores trariam seu(s) livro(s) para trocar por outro(s) no stand da Biblioteca ou entre outros interessados. Ao trocar três livros ou mais, a pessoa receberia como brinde uma sacola ecológica reutilizável, que foi especialmente confeccionada para o evento, como um marketing da Biblioteca, visando a divulgação da mesma e do seu acervo. (OLIVEIRA, 2013)
•Biblioteca do colégio La Salle Núcleo Bandeirante (DF): Foi desenvolvido um projeto intitula Semana de Arte, “buscando aproximar e valorizar os estudantes à cultura brasileira, em 2012, este evento foi realizado valorizando a música brasileira desde 1950 aos dias atuais. Além de uma exposição com fotos, informações, trechos de músicas, a biblioteca ofereceu um karaokê na hora do intervalo com músicas de todos os estilos, além do som ambiente de acordo com cada época”. Foram realizadas atividades como, linha do tempo com instrumentos musicais, exposição de vinis e festival de musica que contou com a participação dos alunos apresentando seus talentos musicais; Outro projeto muito interessante nesse colégio, foi a Kombi da leitura, quinzenalmente, as auxiliares visitam os setores com livros diversos para empréstimo, almejando desenvolver o gosto pela leitura. O empréstimo é realizado também com maior prazo para dar tempo hábil aos colaboradores fazerem a leitura”.(DUARTE; SILVA; GOTTSCHALG-DUQUE, 2013).
Além dessas, existem vários outros exemplos de bibliotecários empreendedores que atuam dentro de empresas e organizações planejando e executando serviços diferenciados e inovadores pelo Brasil a fora.
É sabido que são exigidas diversas competências para os profissionais de diferentes áreas atualmente e as habilidades empreendedoras é uma delas. Atualmente, é necessário que o bibliotecário, além das competências técnicas tradicionais inerentes à área, tenha também competências intraempreendedoras para competir nesse mercado que está em constantes mudanças e obter maior eficácia e eficiência na prestação de serviços em bibliotecas e em outras unidades de informação.
Enfim, pode-se dizer que o bibliotecário precisa estar sempre atento às mudanças que ocorrem rapidamente na sociedade e desenvolver competências profissionais que lhe permitam criar, inovar e oferecer serviços confiáveis e de qualidade aos seus clientes, esses os usuários da informação.
Isso é independente do tipo de organização em que ele trabalhe, sendo ela de caráter público ou privado, pois o que importa são as suas condutas diante das adversidades e a sua capacidade de se adaptar aos diversos ambientes.

REFERÊNCIAS

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ARAÚJO, Eduardo Borba. Entrepreneurship e intrapreneurship: uma trajetória literária de 1979 a 1988. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 28, n. 4, p. 67-76, out./dez. 1988. Disponível em: <http://rae.fgv.br/rae/vol28-num4-1988/entrepreneurship-intrapreneurship-trajetoria-literaria-1979-1988>. Acesso em: 3 de maio. 2013.

COTTAM, K. M. The impact of the library “intrapreneur” on technology. Library Trends, v.37, n. 4, p. 521-531, Spring 1989.

DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.

DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócio. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

DUARTE, Yaciara Mendes; SILVA, Miqueli Lucas Vieira e; GOTTSCHALG-DUQUE, Cláudio. Hora do conto, semana da biblioteca e da arte e a Kombi de livros: relato de experiência da biblioteca do colégio La Salle NúcleoBandeirante (DF). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 25., 2013, Florianópolis. Anais eletrônicos… Florianópolis: FEBAB, 2013. Disponível em: < <http://portal.febab.org.br/anais/article/view/1231/1232>. Acesso em: 7 ago. 2014.

FERREIRA ,Maria do Carmo Sá Barreto; SANTANA,Isabel Cristina Nascimento. Biblioteca Escolar: estratégias para torná-la mais atraente. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 25., 2013, Florianópolis. Anais eletrônicos… Florianópolis: FEBAB, 2013. Disponível em:< http://portal.febab.org.br/anais/article/view/1225/1226>. Acesso em: 10 ago. 2014.

FILION, Louis Jacques. Empreendedorismo: empreendedores e proprietários-gerentes de pequenos negócios. Revista de Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 34, n. 2, p. 05- 28, abr./jun. 1999. Disponível em: <http://www.dge.ubi.pt/msilva/OE_OGE/Empreendedorimo.pdf>. Acesso em: 10 de maio 2013.

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OLIVEIRA, Paulo Vitor. 1ª Feira de Troca de Livros – Colégio São Francisco Xavier. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 25., 2013, Florianópolis. Anais eletrônicos… Florianópolis: FEBAB, 2013. p. 1-4. Disponível em: <http://portal.febab.org.br/anais/article/view/1224/1225>. Acesso em: 10 ago. 2014.

PINCHOT III, Gifford. Intrapreneuring: por que você não precisa deixar a empresa para tornar-se um empreendedor. São Paulo: Harbra, 1989.


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