Oportunidades de negócios na área de informação a

Published on outubro 5th, 2014 | by Empreende Biblio

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Empreendendo na Biblioteconomia

OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS E NOVOS CENÁRIOS PARA O MERCADO NA ÁREA DE INFORMAÇÃO PARA BIBLIOTECÁRIOS EMPREENDEREM

By Douglas Felipe Andrade, Nathalia Lima Romeiro e Victor Rosa Soares

set/14

O empreendedorismo surgiu nas ciências administrativas e no espaço empresarial que é onde cada vez mais bibliotecários estão criando seus próprios negócios empreendendo  para suprir demandas da sociedade, seja por meio de consultorias às organizações, realizando capacitações ou prestando serviços na área de informação.

Na história da Biblioteconomia, sabe-se que com a invenção da imprensa por Gutenberg no século XVI houve uma multiplicação dos livros valorizando a atuação dos bibliotecários na organização, controle, disseminação e acesso às obras.

Burke (2002) explica que a tarefa de encontrar informações em livros é dificultada quando não há uma organização e facilitada pelo fato da informação ser registrada. Aos poucos se desenvolveram catálogos e bibliografias que facilitam o acesso a informações desejadas.

Segundo Popper (2003), no século XX, após a Segunda Guerra Mundial, o renascimento científico acarreta no fenômeno “explosão da informação”, relacionado mais uma vez ao excesso de informação produzida e registrada.

Dentro desse contexto de “boom informacional” e entendendo a informação como registro em algum suporte, percebe-se duas tarefas essenciais do bibliotecário: tratar/organizar esta informação para ser recuperada e disseminá-la para que seja útil para a sociedade, mercado e pesquisadores em geral.

Disseminá-la de modo a suprir as demandas de seus usuários, ou em um contexto mais empreendedor: de seus clientes. Empresas e profissionais que necessitam de informações precisas podem contar com o trabalho ou com os serviços prestados por um bibliotecário que tem as competências necessárias para agregar valor ao negócio e também gerar um diferencial competitivo para essas organizações.

Como exemplo, sabe-se que bibliotecários conhecem as fontes de informação e diversas empresas precisam de informações geográficas e/ou estatísticas e precisam ter um profissional adequado para encontrá-las, filtrá-las e tratá-las para que possam ser usadas em uma tomada de decisão estratégica.

O bibliotecário é o profissional ideal para suprir estas necessidades informacionais.   O conceito de necessidade informacional definido por Wilson em 1981 descreve uma experiência subjetiva que ocorre apenas na mente de cada indivíduo, não sendo, portanto, diretamente acessível ao observador.

A necessidade só pode ser descoberta por dedução, através do comportamento, ou por um ato de enunciação da pessoa que a detém. Esse caráter subjetivo já estava evidente na definição formulada por Burnkrant em 1976, na qual o autor afirmava que a necessidade informacional era a representação cognitiva da futura conquista de um desejo (SILVEIRA-MARTÍNEZ; ODDONE, 2007, p. 119)

A necessidade informacional de um usuário pode ocorrer através de uma pergunta que ele se faça e para a qual ele não tem a resposta. Segundo Pereira (2008), uma necessidade informacional representa uma lacuna entre o que o usuário sabe e o que ele deseja saber e, a partir disso, busca informações que possam suprir esta necessidade para seu uso.

Deste modo, o bibliotecário se insere no contexto de buscar a informação desejada. Trazendo para o ambiente dos negócios, pode-se trocar o termo indivíduo por empresa e usuário por cliente.

Bibliotecários podem ter as empresas como clientes, pois estas empresas possuem necessidades informacionais e no campo mercadológico, perder tempo é perder dinheiro. Para abrir um negócio e ser empreendedor, o bibliotecário deve ter um perfil empreendedor, deve ter uma boa ideia e deve inovar, deve oferecer algo novo com base nas necessidades informacionais dos clientes e de empresas.

A partir de suas competências, o bibliotecário pode desenvolver diversos negócios ligados à gestão, disseminação, mediação, organização e recuperação da informação. Diversas áreas do conhecimento passaram por transformações desde o surgimento de computadores, da Internet e com a constante aparição de novas tecnologias.

Estas novas tecnologias agem como facilitadoras de diversos processos na sociedade surgindo em ritmo acelerado. Com constantes mudanças e transições, os hábitos e necessidades de informação da sociedade também se modificaram. A atual sociedade hoje é tratada na literatura como Sociedade da Informação, e entre suas características, Castells (2000, apud WERTHEIN, 2000, p. 72) apresenta:

  • A informação é sua matéria-prima: as tecnologias se desenvolvem para permitir o homem atuar sobre a informação propriamente dita, ao contrário do passado quando o objetivo dominante era utilizar informação para agir sobre as tecnologias, criando implementos novos ou adaptando-os a novos usos.
  • Os efeitos das novas tecnologias têm alta penetrabilidade porque a informação é parte integrantede toda atividade humana, individual ou coletiva e, portanto todas essas atividades tendem a serem afetadas diretamente pela nova tecnologia.
  • Predomínio da lógica de redes. Esta lógica, característica de todo tipo de relação complexa, pode ser, graças às novas tecnologias, materialmente implementada em qualquer tipo de processo.
  • Flexibilidade: a tecnologia favorece processos reversíveis, permite modificação por reorganização de componentes e tem alta capacidade de reconfiguração.
  • Crescente convergência de tecnologias, principalmente a microeletrônica, telecomunicações, optoeletrônica, computadores, mas também e crescentemente, a biologia. O ponto central aqui é que trajetórias de desenvolvimento tecnológico em diversas áreas do saber tornam-se interligadas e transformam-se as categorias segundo as quais pensamos todos os processos.

  Werthein (2000) atenta ainda para o fato de não apenas novas tecnologias influenciarem os atos comportamentais da sociedade, mas existem também fatores sociais e políticos.

O bibliotecário recupera e dissemina a informação para seus usuários, mas se pensarmos ao invés de usuários em clientes “consumidores de informações”, que pagariam para obtê-la, há maneiras de se criar negócios dessa forma.

Na literatura da área, usuário é o termo mais utilizado chamar quem busca informação.Segundo Dias e Pires (2004, p. 7), o termo usuário “diz respeito tanto ao especialista que interroga uma base de dados como aquele que solicita um serviço (resposta a uma questão ou uma pesquisa bibliográfica); ao cliente de um serviço; ao produtor de informação; entre outros”. Entretanto, também é possível encontrar o termo comunidade que, segundo Dias e Pires (2004), se refere, pensando os tipos de bibliotecas, aos grupos aos quais se dirigem.

No caso de uma empresa, esta também serve a uma ou mais comunidades, prestam serviços para um grupo específico de pessoas ou presta um serviço específico para vários grupos de pessoas. E outro termo, utilizado de modo comercial segundo Dias e Pires (2004) é cliente. Entende-se aqui por cliente aquele que compra o serviço prestado.

No caso da Biblioteconomia, a primeira lei criada para dispor sobre a profissão de bibliotecário e regular seu exercício é a lei 4.084 de 30 de junho de 1962. O bibliotecário é o Bacharel em Biblioteconomia, formado em curso a nível superior e entre suas atribuições, de acordo com a lei (BRASIL, 1962), destacam-se: ensino de biblioteconomia, administração e direção de bibliotecas, organização e direção dos serviços de documentação e execução dos serviços de classificação e catalogação de manuscritos e de livros raros e preciosos, de mapotecas, de publicações oficiais e seriadas, de bibliografia e referência.

O fazer biblioteconômico, entretanto, estende-se a outras áreas pelas atividades que o bibliotecário exerce com maior prática na atual sociedade da informação. É comum o aluno de graduação do curso ou o profissional formado estagiar/trabalhar em novos mercados. A atuação desse profissional não deve se limitar às bibliotecas, salas de leitura e centros de informação.

As possibilidades de atuação do bibliotecário, segundo a entidade americana Association of Independent Information Professionals (2004, apud MOTA; OLIVEIRA, 2005, p. 105), encontram-se nas áreas de:

  • Indústria e negócios – no atendimento a empresários executivos que necessitam de informações precisas, que os mantenham em nível de competição com outras empresas [...];
  • Pesquisa jurídica – no gerenciamento de bibliotecas ou unidades de informação (públicas e/ou particulares) no campo jurídico fornecendo informações sobre leis, estatutos, andamento de processos, recursos ou argumentos informacionais que podem ser utilizados por advogados de defesa e/ou acusação em um julgamento etc.;
  • Saúde – no processamento de informações (utilização de descritores, metadados, definição de linguagens de indexação e terminologias), desenvolvimento e gerenciamento de Sistemas de Informação, como os Registros Eletrônicos em Saúde e Prontuários Eletrônicos dos Pacientes, no gerenciamento de bases de dados estatísticas e bibliográficas, por exemplo, sobre epidemias, cuidados com a saúde, no fornecimento de informações que possam auxiliar médicos e enfermeiros no processo de tomada de decisão, subsidiar políticas públicas na área da saúde e promover programas de prevenção de doenças;
  • Bancos e finanças – na recuperação e análise de informações estratégicas e competitivas determinantes para transações comerciais e financeiras de sucesso;
  • Poder público – em diversas instâncias, que vão desde a atuação em universidades e centros de pesquisa até arquivos públicos e gestão de bancos de dados que incluem documentos orçamentários, pesquisa sobre distribuição de renda, qualidade de vida da população etc.;
  • Ciência e Tecnologia – no fornecimento de informações para o embasamento e a consolidação de pesquisas de profissionais de todas as áreas do conhecimento, atendendo desde pesquisadores de Ciências Exatas até os de Ciências Humanas;
  • Document Delivery ou Entrega de Documentos – na disponibilização e entrega em domicílio de documentos on-line e/ou impressos (artigos, livros, pesquisas de mercado, etc.), obedecendo à fixação de tarifas. Esse trabalho pode ser realizado de maneira autônoma ou institucional. No segundo caso, o Brasil conta com a Bierme, o Comut e o Scielo, entre outros.

No Brasil, o mercado de trabalho é dividido por Valentim (2000, apud MOTA; OLIVEIRA, 2005, p. 106) em três grupos:

  • Mercado Informacional Tradicional, que se compõe de bibliotecas públicas, universitárias, escolares, especializadas, centros culturais e arquivos;
  • Mercado Informacional Existente e Não-Ocupado, que inclui editoras, livrarias, empresas privadas, provedores de Internet, bancos e bases de dados;
  • Mercado Informacional de Tendências, que compreende a atuação em centros de informação/documentação em empresas privadas, bancos e bases de dados eletrônicos e digitais, portais de conteúdo e portais de acesso na rede global (Internet) e em redes institucionais internas (Intranet).

A atuação do bibliotecário pode ocorrer em instituições privadas ou de maneira autônoma, principalmente, voltada para o mercado informacional com novas tendências conforme citado por Valentim (2000).

Essas tendências podem surgir a partir de idéias inovadoras de negócios voltados para a gestão da informação. O profissional com uma boa ideia pode inovar abrindo um negócio em uma área com múltiplas facetas como é a informação.

De acordo com o que foi apresentado até agora, existem grandes, novas e inúmeras possibilidades de atuação para o bibliotecário empreender. Ele é um profissional que se destaca na atual sociedade da informação, não somente pelas competências formadas ao longo da graduação de outros meios de aprimoramento profissional, mas também pelas habilidades que ele possui e que são demandadas pelo mercado competitivo.

Perceber oportunidades de negócios e ideias para empreender é que fará o diferencial do bibliotecário empreendedor. Dornelas (2006) cita que há diferença entre ideias e oportunidades, e uma ideia por si só não é suficiente para criar um negócio competitivo e de sucesso, e que os empreendedores devem sempre buscar a identificação de oportunidades.

Sabe-se que empreender vai além de ter boas idéias, é preciso planejar, estar atento às mudanças e cenários do mercado, liderar, trabalhar em equipe e formar parcerias, entre tantas outras habilidades, atitudes e conhecimentos requeridas pelo empreendedor conforme já visto. As ideias estão por toda parte, mas o difícil é identificá-las como possíveis oportunidades de negócios.

Dornelas (2006) enfatiza que “as pessoas devem permitir que a curiosidade fique em evidência e estar atento ao que ocorre em sua volta, principalmente aos problemas coletivos do cotidiano e que ninguém dá atenção para resolver”.

De acordo com Clayton Christensen, consultor americano, professor da Harvard Business School e autor de O Crescimento pela Inovação: “A verdade é que, muitas vezes, só percebemos a boa ideia quando alguém já a transformou num produto ou serviço. Nosso pensamento imediato é: “Por que não pensei nisso antes?”. Então abaixo selecionamos algumas dicas:

Faça perguntas: Para identificar uma oportunidade, pergunte-se: Quais são os problemas que o comprador está enfrentando? Isso inclui problemas emocionais, funcionais e também sociais. As pessoas compram coisas que as ajudam e facilitam o dia-a-dia. Por isso, estude o comportamento delas e não espere que elas lhe digam o que precisam, pois muitas vezes não sabem do que precisam. Muita gente, por exemplo, usa o carro como escritório. Se observar, verá que essa é uma oportunidade. O motorista não diz que precisa de um carro-escritório, porque ele está acostumado a se virar com o que tem. Mas se alguém lançar um modelo no mercado, haverá comprador. Lembre-se, porém, de não inventar problemas para os consumidores – eles não vão mudar suas vidas só porque você lançou algo novo.

Procure o não-consumidor: Quando a Sony lançou o primeiro rádio transistor, em 1955, que funcionava a bateria, ela não mirou os compradores de rádio de mesa, produzido por gigantes da época, como a RCA. Ela pensou em conquistar aqueles que não compravam um rádio de mesa, os adolescentes. Acabou vendendo radinhos de pilha não só entre os jovens, mas também para o mundo inteiro.

Segmente de forma diferente: Não segmente mercados de forma tradicional, conforme tipos de produtos, faixa de preço ou faixa etária. Segmente o mercado de forma a refletir a realidade do consumidor e a tarefa que ele está tentando realizar. O ramo de milk-shakes é um exemplo. O consumo estava em queda no McDonald’s, mas as pesquisas não revelavam o porquê. Até que um grupo ficou observando o consumidor. Ele tomava milk-shake de manhã, no carro, a caminho do trabalho. E por que milk-shake? Porque era uma opção que ao mesmo tempo matava a fome, mas não derramava na roupa. Então, os concorrentes do milk-shake não eram as outras marcas de milk-shake, mas os lanches e pãezinhos que não soltavam migalhas.

Fique de olho nas restrições: Sempre que você vê um fator que restringe o consumo, pare e preste atenção, porque é aí que está a oportunidade de negócio. O tempo e a falta de dinheiro costumam ser dois fatores de restrição de consumo (PEGN, 2013).   Na mesma linha Nakagawa (2013) cita algumas perguntas que devem ser feitas e respondidas para analisar uma oportunidade de negócio:

  1.  Benefício claro para o cliente? Ou seja, o cliente vê o produto/serviço e já percebe como isso será a melhor solução para o problema que ele tem?
  2.  Tamanho de mercado adequado? Em outras palavras, resolve o problema de um número significativo de pessoas?
  3.  Potencial de lucratividade e rentabilidade? O número significativo de pessoas da questão anterior é grande o suficiente para gerar os resultados financeiros esperados pelo empreendedor e/ou investidor?
  4.  Diferenciação/inovação? Aqui não vale só copiar o que já existe. A ideia é realmente melhor que as soluções já oferecidas pela concorrência?
  5.  Representa uma de suas paixões pessoais? É preciso gostar de resolver o problema e não apenas do produto/serviço em si. Alguém que venda sapatos deve gostar do benefício do sapato e não apenas do sapato em si.
  6.  Caracteriza um desafio intelectual que o motivará agora e a médio/longo prazo? Entende e gosta de saber que sempre precisará aprender mais sobre o problema que resolve?
  7.  Tem um mercado consumidor amplo? Grande o suficiente para atender seu desejo de impacto por meio do seu negócio?

A partir disso, podemos vislumbrar algumas demandas na atual sociedade de oportunidades para bibliotecários empreenderem, conforme a seguir:

  • Formação de um grupo organizado de pesquisa de mercado, onde a empresa recebe uma demanda de pesquisa e a mesma vai a campo executá-la: A pesquisa de mercado é uma importante ferramenta, utilizada para obter informações precisas sobre um produto, serviço, mercado e público alvo. Através dela também é possível fazer testes que indicam a possibilidade de sucesso de uma estratégia.
  • Desenvolvimento de aplicativos, programas, sistemas de informação: O bibliotecário pode fazer parcerias para ter auxílio sobre as áreas que não tiver domínio ou pode fazer especializações na área para criar aplicativos e sistemas de informação. Um software aplicativo é um programa de computador que tem por objetivo ajudar o seu usuário a desempenhar uma tarefa específica, em geral ligada a processamento de dados. Sua natureza é diferente de outros tipos de software, como sistemas operacionais e ferramentas a eles ligadas, jogos e outros softwares lúdicos.
  • Monitoramento de publicações de informações: Muitos empresários querem saber o que a concorrência está fazendo ou profissionais como advogados e contadores precisam estar sempre atualizados em relação a legislação de ações jurídicas e legais. Dentro desse contexto, podem surgir oportunidades de negócios para os bibliotecários empreenderem atuando com inteligência competitiva e pesquisa em fontes de informação para atender essas demandas e necessidades informacionais.
  • Elaboração de infográficos: Infografia ou infográficos são gráficos com algumas informações comuns em revistas e outros meios de comunicação. Os infográficos são caracterizados pela junção de textos breves com ilustrações explicativas para o leitor entender o conteúdo. Eles facilitam a compreensão de matérias em que apenas dificultaria o entendimento. No design de jornais, por exemplo, o infográfico costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado fato, quais suas consequências.  Além de explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, fatos que o texto ou a foto não conseguem detalhar com a mesma eficiência.
  • Consultoria em projetos de memória – Estudar acervos e coleções para criar produtos a partir destes como linhas do tempo, apontando dados sobre a memória de pequenas e médias empresas também é exemplo de um campo de atuação para o bibliotecário empreender.

Todavia, para que o bibliotecário se insira de modo autônomo em um campo, para que ele abra um negócio, além dos fatores ideia e inovação, é necessário que ele possua um perfil empreendedor. A seguir listamos algumas fontes que podem auxiliar o bibliotecário empreendedor em suas atividades.    

SEBRAE

O SEBRAE atende quem pensa em abrir seu próprio negócio, quem já tem seu negócio, quem quer ir mais longe, quem acredita na força da união, quem busca a formalização do seu negócio. Com foco no estímulo ao empreendedorismo e no desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, o SEBRAE atua com educação empreendedora, capacitação de empreendedores, articulação de políticas públicas, acesso a novos mercados, acesso a tecnologia e inovação, orientação para acesso aos serviços financeiros, entre outros.

PORTAL DO EMPREENDEDOR

O portal disponibiliza informações detalhadas sobre os tipos de empresas do Brasil (naturezas jurídicas), como requisitos, benefícios e impedimentos. Constam ainda orientações sobre abertura, alteração, baixa e formalização de empreendimentos, visando criar um ambiente mais propício para negócios no País. Resultado de uma das ações da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM), oPortal do Empreendedor permite a execução online dos atos necessários à formalização do Microempreendedor individual, agilizando os procedimentos, visto que evita a necessidade de se deslocar à Junta Comercial e a outros órgãos governamentais afins.

EMPREENDEDOR.COM

O Empreendedor.com é um projeto social dirigido a empreendedores, que se coloca na esfera da Economia Solidária (SolidarityEconomy). O projeto tem como missão proporcionar um ambiente que promova a cooperação entre indivíduos e organizações, incentivando o envolvimento da comunidade de empreendedores e a criação de novas parcerias.

ENDEAVOR Brasil

Empreendedores que sonham grande e novas gerações de empreendedores precisam de um ambiente de negócios favorável, inspiração, capacitação e networking. Foi neste contexto que nasceu a Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo que “bota pra fazer” e, com excelência na mobilização de organizações públicas e privadas e no compartilhamento do conhecimento prático e exemplos de sua rede, fortalece a cultura empreendedora do Brasil.

SISTEMA FIRJAN

O Sistema FIRJAN é um importante parceiro das empresas do Estado do Rio de Janeiro na busca pelo desenvolvimento. As cinco organizações que compõem o Sistema oferecem soluções e serviços capazes de multiplicar a produtividade das empresas e melhorar a qualidade de vida dos funcionários. Juntas a FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, CIRJ – Centro Industrial do Rio de Janeiro, SESI – Serviço Social da Indústria, SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e IEL – Instituto EuvaldoLodi, trabalham a fim de garantir uma posição de destaque para a indústria fluminense nos níveis político, econômico e social do cenário nacional. A FIRJAN desenvolve e coordena estudos, pesquisas e projetos para orientar as ações de promoção industrial e novos investimentos no estado. Seus Conselhos Empresariais temáticos e Fóruns Empresarias setoriais discutem tendências e lançam diretrizes para ações de apoio e assessoria às empresas. Hoje, sindicatos industriais filiados à FIRJAN representam empresas em todo o Rio de Janeiro.

UP Idea

A proposta da UP Idea é disponibilizar todas as condições - comerciais e tecnológicas - para que o empreendedor possa implementar um Portal Vertical e, a partir daí, oferecer conteúdo e serviços online exclusivos para um segmento do mercado. Para isso, o UPIdea desenvolveu um modelo de negócio pré-definido e com toda a estrutura tecnológica (hospedagem, banco de dados, aplicações, etc) necessária para dar suporte as informações e serviços oferecidos. Cada fonte de renda (serviço) já tem sua forma de comercialização definida pelo UPIdea.

MOVIMENTO EMPREENDA

O Movimento Empreenda tem por missão dar suporte a todos que sonham abrir o próprio negócio e também àqueles que já são donos de suas empresas. Tradicionalmente, a Editora Globo sempre promoveu o empreendedorismo, por acreditar ser este o melhor caminho para o crescimento do país. Esse movimento consolida essa posição, publicando reportagens inspiradoras relacionadas ao tema em 11 revistas e nos sites da Editora Globo.  

PORTAL DO FRANCHISING

Hoje, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) desfruta de um grande prestígio e de uma imagem consolidada no mercado. Possui mais de 1000 associados, divididos entre franqueadores, franqueados e colaboradores que, nos últimos anos, vêm organizando e participando de diversas ações para o desenvolvimento do sistema no Brasil. Representada também por uma Seccional no Rio de Janeiro, a ABF conta com o apoio de regionais no Rio Grande do Sul, Interior de São Paulo e Minas Gerais. Ao longo destes anos vem aumentando a sua amplitude de atuação em âmbito nacional e internacional.  

FRANQUIA.COM

O Portal Sua Franquia é a principal referência do franchising brasileiro, com foco na captação de investidores interessados em abrir uma franquia. O portal oferece conteúdo sobre o mercado para franqueadores e franqueados, que queiram estar sempre atualizados.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING. Portal do Franchising. Disponível em: <http://www.portaldofranchising.com.br/sobre-a-abf/atuacao-da-associacao-brasileira-de-franchising>. Acesso em: 13 jul. 2014.

BRASIL. Lei 4.084 de 30 de junho de 1962. Disponível em: <http://www.cfb.org.br/UserFiles/File/Legislacao/Lei4084-30junho1962.pdf> Acesso em: 19 jul. 2014. BURKE, P. Problemas causados por Gutenberg: a explosão da informação nos primórdios da Europa Moderna. Estudos avançados, São Paulo, v. 16, n. 44, abr. 2002, p. 173-185.

DIAS, Maria Matilde Kronka; PIRES, Daniela. Usos e usuários da informação. São Carlos, SP: Ed. UFSCar, 2004.

DORNELAS, José. Como identificar oportunidades de negócios na sua região. 2006. <http://www.josedornelas.com.br/artigos/como-identificar-oportunidades-de-negocios-na-sua-regiao/>. Acesso em: 15 jul. 2014.

Empreendedor.com.  Disponível em: <http://www.empreendedor.com/index.php?page_id=5070>.  Acesso em: 13 jul. 2014.

Endeavor Brasil. Disponível em: <http://www.endeavor.org.br/institucional/endeavor>. Acesso em: 13 jul. 2014.

Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.firjan.org.br/data/pages/2C908CE9215B0DC401216AFC0AD551E3.htm>. Acesso em: 11 jul. 2014. MOTA, Francisca Rosaline Leite; OLIVEIRA, Marlene de. Formação e atuação profissional. In: OLIVEIRA, Marlene de (Coord.). Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2005.

Movimento Empreenda. Disponível em: <http://movimentoempreenda.revistapegn.globo.com/news/2012/04/o-que-e-o-movimento-empreenda-035.html>. Acesso em: 15 jul. 2014.

NAKAGAWA, Marcelo. Como analisar uma oportunidade de negócio. 2013. Disponível em:<http://canaldoempreendedor.com.br/empreendedorismo-categorias/como-analisar-uma-oportunidade-de-negocio/>. Acesso em: 15 jul. 2014.

PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS. Quatro dicas para identificar oportunidades de negócio. 2013. Disponível em: <http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80287-17189,00-QUATRO+DICAS+PARA+IDENTIFICAR+OPORTUNIDADES+DE+NEGOCIO.html>. Acesso em: 15 jul. 2014.

PEREIRA, J. C. L. Necessidades, busca e uso da informação: estudo de caso em um setor de help desk de indústria cimenteira multinacional. 2008. 129 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)- Universidade Federal de Minas Gerais. 2008.

POPPER, Karl. A Ciência da Informação e a teoria do Conhecimento Objetivo: um relacionamento necessário. In: MIRANDA, Antônio (Org.). Ciência da Informação: teoria e metodologia de uma área em expansão. Brasília, DF: Thesaurus, 2003, p. 173-188.

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SILVEIRA-MARTÍNEZ, M.; ODDONE, N. Necessidades e comportamento informacional: conceituação e modelos. Ciência da Informação, Brasília, v. 36, n. 2, p. 118-127, maio/ago. 2007.   SUA FRANQUIA.COM.

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WERTHEIN, Jorge. A sociedade da informação e seus desafios. Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 2, p. 71-77, maio/ago. 2000.


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